segunda-feira, 8 de novembro de 2010

Viagem a Pattaya (Capital da Prostituição da Tailândia)

Há cerca de 2 semanas atrás (sim eu sei que ando atrasado a manter isto actualizado) fiz uma "visita de estudo" a Pattaya.
A ideia era visitar 3 exemplos de empresas que se revelassem motivo de interesse para nós, por algum motivo.
Saímos na Quinta-Feira de manhã e fomos ver logo uma empresa que fica a caminho. A TOA é uma empresa que fabrica tintas e exporta para todo o mundo. Estivémos por lá a visitar aquilo e foi interessante, mas não passou de uma visita muito rápida de 2 horas, mas ao menos foi possível tomar um pequeno-almoço gratuito.
Saímos dessa empresa e fomos directamente para outra. Enquanto viajávamos comemos o almoço, arroz com carne, no autocarro. Revelou-se uma aventura porque a maior parte das pessoas sujou-se com a comida porque é impossível comer num autocarro a 120km/h.
Chegados à outra empresa foi-nos possível ver o suposto "modelo" de empresa amiga do trabalhador. Uma empresa em que à hora do almoço decorrem campeonatos de badminton, ping-pong e ainda alguma cantoria à mistura. Espectacular ver aquela gente toda a não fazer nenhum.


 Assistimos a uma palestra de 3 horas (com um intervalo), totalmente em Tailandês!!!!! Só os tailandeses que foram connosco é que perceberam aquela porcaria e o homem que falou nem se dignou a tentar pedir desculpa em Inglês por só conseguir dar uma palestra em Tailandês. Enfim .... deu para apanhar muita gente a dormir à descarada.
Ah, para nós Portugueses é à descarada mas para um Tailandês pode-se dormir em qualquer lado, em qualquer posição e a qualquer hora do dia ou da noite.


Depois dessas duas empresas fomos para o Hotel. Um Hotel a 50m da praia em Pattaya (se procurarem Pattaya no google veêm uma avenida que acompanha a costa, foi numa das ruas perpendiculares que ficamos), cheio de homosexuais, sendo que a maior parte deles eram Árabes. Tocavam-se, roçavam-se, etc. Aí ficou-se a perceber que Pattaya era um sítio em que qualquer pessoa podia fazer qualquer coisa. Mais tarde, deu para perceber a verdade que isso era quando vimos um ocidental (talvez Alemão ou Holandês) com 2 raparigas muito novas a entrar no Hotel. Mau, muito mau!

Á noite fomos ver o ambiente nocturno de Pattaya. Aquilo é simplesmente uma cidade de prostitutas, gays e ladyboys. Ás 6 da tarde já é noite e já se viam as prostitutas e ladyboys todos sentados nos bancos ao longo da costa. Percorremos a costa quase toda até uma das pontas para chegarmos à Walking Street.



A Walking Street é uma rua que no ínicio tem uma foto gigante do Rei e de uma das princesas e é constituída essencialmente por bares, casas de strip, bordéis sendo que qualquer um destes pode ser para heterosexuais ou para gays, ou seja esta rua é abençoada por sua Realeza.

Viam-se Russos por outro lado. Aparentemente Pattaya é um dos destinos mais procurados pelos Russos na Ásia e por isso é possível ver o mau gosto a vestir desses senhores e dessas senhoras.
Nesta rua é preciso ter cuidado pois é fácil alguém nos agarrar e querer levarmos com ela/ele, vários colegas meus foram agarrados, eu não :D! Mas tentaram, só que os meus reflexos à la Flash Gordon permitiram-me escapar às garras do ser de género indefinido. No fim da rua havia uma discoteca russa e fizemos-lhe uma visita para ver como era o ambiente. Depois de 5 minutos deu para reparar que o ambiente era aborrecido e acima de tudo nada divertido. Os russos estão sempre com cara de maus e as russas com cara de enjoadas, uma seca portanto.

Next stop: casa.

No dia seguinte visitámos mais uma empresa mas desta vez foi uma empresa que se apresentava decentemente pela pessoa de uma secretária da direcção, que sabia falar bem inglês e que estava preparada para receber visitas e realmente explicar o processo de produção detalhadamente. Nesta empresa fazem-se capots, painéis laterais, cabines, peças do sistema de exaustão, etc para a Mitsubishi Strakar (neste momento). Esta foi realmente a parte interessante de toda a viagem.

Mais tarde nesse dia fomos almoçar a um parque no qual era possível ver elefantes, tigres, macacos, imensas espécies de peixes, e também plantas.

Este parque foi interessante pela possibilidade de ver vida selvagem mesmo diante dos nossos olhos, no entanto não é tão interessante saber que cada elefante é treinado durante anos para obedecer às ordens do tratador e maior parte das vezes de uma maneira extremamente cruel.

Já no fim da visita ao parque assistimos a um show cultural Tailandês seguido de um espectáculo com elefantes.

Depois do parque fomos para um resort com umas casas que davam para 6 pessoas cada.
Casas muito boas que julgo (não tenho a certeza) que custaram 200 bahts por pessoa (5€) por noite.
Depois de estarmos instalados resolvemos ir até à praia experimentar coisas novas. Os meus amigos foram quase todos andar naquele insuflável em forma de banana puxado por um barco, e eu fui andar de mota de água. Escusado será dizer que acelerei até aquilo não andar mais mas não andava grande coisa ...

Nessa noite voltamos à praia para beber uns copos com os tailandeses que foram à viagem connosco e foi nessa noite a única altura em que realmente falaram connosco normalmente, porque sem estarem bebâdos quase nem nos dirigem a palavra por vergonha. Foi giro ver um monte de Tailandeses(as) bebâdos(as) até porque supostamente segundo eles nós é que bebemos muito, mas acho que é mais ou menos a mesma coisa.

Depois de dormir, altura de ir embora. Foram 2 dias interessantes, mas Pattaya não é certamente sítio a que queira voltar, definitivamente. Nem recomendo a ninguém. No entanto aqui fica uma foto do Pacifíco. Acho que até através das fotos se pode sentir o calor da água :D


Luís

3 comentários:

  1. E a parte em que foste a um bar de strip?? Não contas? Shame on you!!!! :P

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  2. Os meus pais também leêm isto .... fala baixo que eles podem ouvir!

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  3. Eu logo vi... miufa! E mais uma vez shame on you!

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